Vacinação contra a influenza é prorrogada

A 22ª Campanha Nacional de Vacinação contra a influenza foi prorrogada até o dia 30 de junho, prazo em que os grupos prioritários poderão se vacinar gratuitamente nos postos de Saúde.

Até o dia 1º de junho de 2020, o índice geral aponta para a cobertura de 87%, mas a meta do Estado é alcançar 90% do público-alvo da campanha: pessoas a partir dos 60 anos, trabalhadores da Saúde, profissionais das forças de segurança e salvamento, pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional, caminhoneiros, motoristas e cobradores de transporte coletivo, portuários, povos indígenas, crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade, pessoas com deficiência, gestantes, puérperas até 45 dias, adultos de 55 a 59 anos de idade e professores das escolas públicas e privadas. 

Cobertura

Dados do Sistema de informações do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI) detectaram que, até o dia 1º de junho deste ano, a menor cobertura do estado está entre os adultos de 55 anos a 59 anos, cuja taxa é 45,24%. Entre as gestantes, a cobertura encontra-se em 49,79% e entre as crianças, em 53,13%.

“Grupos como crianças e gestantes não alcançaram a meta. Por isso, Minas acatou a orientação do Ministério de Saúde e prorrogou a disponibilidade da vacina nos postos até o dia 30 de junho de 2020”, explicou Josianne Dias Gusmão, coordenadora estadual do Programa de Imunizações da Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).

Josianne destaca que a prorrogação do prazo é mais uma oportunidade para que as pessoas contempladas nos grupos prioritários possam receber a vacina influenza gratuitamente nos serviços de Saúde. Ela informa, ainda, que a recomendação é para que as doses existentes nos municípios sejam destinadas aos grupos prioritários (listados acima). 

A definição dos grupos prioritários para a vacinação contra a gripe segue recomendação do Ministério da Saúde (MS) e é definida a partir de estudos epidemiológicos. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias e também aqueles com potencial de maior disseminação do vírus da gripe.

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